O que o teu ADN diz sobre a tua tolerância à lactose, cafeína e álcool

Descobre como o teu ADN define o teu metabolismo. Conhece a tua tolerância genética à cafeína, ao álcool e à lactose para melhorar a tua saúde com a tellmeGen.

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Lo que tu ADN dice sobre tu tolerancia a la lactosa, cafeína y alcohol

O nosso corpo funciona segundo um manual de instruções biológico, e conhecer o teu metabolismo através do ADN é a chave para o compreender.

As diferenças nas nossas digestões e reações devem-se frequentemente a uma intolerância genética. Hoje vamos explorar como certos genes determinam o teu bem-estar diário e por que fazer um teste de ADN como o da tellmeGen pode marcar um antes e um depois na tua qualidade de vida.

O segredo do teu metabolismo está na tua genética

Durante anos culpámos o stress, a idade ou a má sorte pelas nossas digestões pesadas. No entanto, a ciência demonstrou que o verdadeiro responsável costuma estar oculto na estrutura das nossas células.

A nutrigenética é a ciência que estuda como os nossos genes interagem com o que comemos e bebemos. Analisar esta informação permite-nos deixar as suposições para trás e começar a adaptar a nossa dieta de forma 100% inteligente e personalizada.

Cafeína e o gene CYP1A2: És um metabolizador rápido ou lento?

Se és daqueles que não conseguem tomar um café depois do almoço, o gene CYP1A2 tem a explicação perfeita. Este gene codifica a enzima hepática encarregada de limpar e decompor a cafeína no teu organismo.

  • Metabolizadores rápidos: Eliminam a cafeína a grande velocidade. Podem desfrutar de uma chávena à tarde ou à noite sem que os seus ciclos de sono sejam alterados.
  • Metabolizadores lentos: A sua enzima trabalha a um ritmo reduzido. A cafeína permanece no sistema durante horas, provocando nervosismo, taquicardia e problemas para dormir.

Álcool e o gene ALDH2: A ciência por detrás da ressaca

Conheces as verdadeiras causas genéticas da ressaca? Quando consomes bebidas alcoólicas, o teu fígado transforma-as em acetaldeído, uma toxina muito prejudicial. É aqui que entra em ação o gene ALDH2.

  • Variante eficiente: Transforma rapidamente a toxina numa substância inofensiva chamada ácido acético, permitindo tolerar melhor um consumo moderado.
  • Variante ineficiente (mutação): O corpo acumula a toxina subitamente. Isto gera o típico rubor facial, náuseas severas e uma tolerância baixíssima ao álcool, garantindo ressacas muito piores.

Lactose e o gene LCT: As tuas digestões a descoberto

A capacidade de digerir o leite materno ao nascer é universal, mas mantê-la na idade adulta depende exclusivamente do gene LCT. Este gene é o responsável por dar as instruções para continuar a produzir a enzima lactase no intestino.

  • Persistência da lactase: O teu corpo continua a produzir a enzima e podes consumir queijos, leite e iogurtes sem sofrer qualquer problema intestinal.
  • Não persistência (Intolerância à lactose): A tua produção de lactase diminui drasticamente. Se consumires laticínios, terás inchaço, gases e forte dor abdominal.

Deixar a tua saúde e nutrição ao acaso já não faz qualquer sentido em pleno século XXI. Hoje em dia, investir na saúde é um dos melhores investimentos diretos no teu bem-estar a longo prazo. Não precisas de continuar a experimentar dietas que te fazem mal.